Fica cada vez mais difícil não amar a Xiaomi.

E fica cada vez mais fácil entender o fascínio dos fãs da marca sobre os seus produtos. Além da qualidade de construção, a relação custo-benefício é excelente. Tão excelente, que fica difícil de acreditar que tudo isso é real. Quem sabe vivemos uma doce realidade alternativa, onde muitos não querem acordar.

O novo motivo para os fãs da marca seguirem sonhando é o Xiaomi POCO F1. Esse é um dispositivo que me agrada por vários aspectos. O preço é apenas um dos motivos: 360 euros por um Snapdragon 845 + 8 GB RAM + 256 GB de armazenamento? No mundo perfeito (e ele não é), ele custaria para os brasileiros que adoram importar smartphones algo em torno de R$ 2.500, jogando a conversão lá para o alto.

Outro ponto que me agrada nesse dispositivo é a sua construção com outro material que não é o vidro, o queridinho da galera e dos fabricantes de smartphones. Ter a cerâmica como elemento principal de sua carcaça me agrada muito. É mais resistente, e quebra um pouco o continuísmo de material adotado pelo mercado nos últimos anos.

Sem falar que esse modelo é quase um tablet. Tela de 6.8 polegadas (FullHD+), com um sistema de resfriamento interno que promete ser mais eficiente que a concorrência. Só veremos isso na prática, mas não duvido que realmente possa entregar resultados acima da média ou do esperado.

 

 

O Xiaomi POCO F1 é o primeiro de uma série de produtos da Xiaomi que tem um objetivo bem claro: nos deixar chocados com os preços muito competitivos.

Falando sério, a ideia é oferecer dispositivos de qualidade com relação custo-benefício imbatível. A Xiaomi mantém a sua política de lucros de apenas 5% por produto vendido, e reforça a sua proposta de entregar dispositivos eletrônicos que vão além de entregar uma boa experiência de uso. São quase motivos de culto dos fãs da marca e de tecnologia.

A Xiaomi não fez POUCO para fazer do POCO F1 um dos smartphones mais desejados de 2018.